Grupo suspeito de facilitar a entrada de celulares e canetas em presídios do Ceará é alvo de operação da Ficco

Grupo suspeito de facilitar a entrada de celulares em presídios é alvo de operação no CE A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (Ficco/...

Grupo suspeito de facilitar a entrada de celulares e canetas em presídios do Ceará é alvo de operação da Ficco
Grupo suspeito de facilitar a entrada de celulares e canetas em presídios do Ceará é alvo de operação da Ficco (Foto: Reprodução)

Grupo suspeito de facilitar a entrada de celulares em presídios é alvo de operação no CE A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (Ficco/CE) deflagrou, nesta sexta-feira (6), uma operação para desarticular uma estrutura criminosa responsável pela introdução clandestina de aparelhos celulares e outros objetos ilícitos em unidades prisionais do estado. A ação, nomeada de Operação Tutor, cumpriu dois mandados de prisão e um de busca e apreensão em Fortaleza, nos endereços dos suspeitos, que não tiveram as identidades informadas. Entre os investigados, está um professor que atuava em uma unidade prisional, que teria utilizado o acesso proporcionado pela atividade profissional. Contra ele foi cumprido um mandado de busca. "Segundo os elementos apurados, ele teria utilizado o acesso proporcionado por sua atividade profissional para introduzir clandestinamente canetas esferográficas no estabelecimento, mediante recebimento de pagamentos via PIX", disse a Polícia Federal, que faz parte da Ficco. Investigações Ficco cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de facilitar a entrada de celulares em presídios do Ceará. Ficco-CE/ Divulgação Conforme a PF, a investigação sobre o grupo criminoso teve início após a apreensão de um aparelho celular no interior da unidade prisional, em junho de 2026. "A análise forense do dispositivo revelou um esquema organizado, com divisão de tarefas entre internos e colaboradores externos, envolvendo a locação clandestina de celulares e canetas esferográficas mediante pagamento", falou a PF. As apurações também identificaram a circulação de manuscritos, utilizados por uma facção criminosa para transmitir ordens e orientações entre seus integrantes, além de articulações para obtenção de armas de fogo destinadas à prática de crimes fora do sistema penitenciário. A Ficco/CE é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS/CE) e Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará (SAP). Assista aos vídeos mais vistos do Ceará: